sexta-feira, janeiro 23, 2004
"Deixa-me Rir"
Como era dia de festa fomos ao teatro.
"Deixa-me Rir", é uma peça com um bom texto e boas interpretações, cujo o único pecado é ser, demasiado extensa. Como se trata da 3ª representação, ainda vão a tempo de emendar a mão e cortar uma horita ao espectáculo. É que dura 3 horas!!!!! e sem necessidade, porque o texto vale por si sem ser preciso empatar tanto. Quando chega ao intervalo (eu detesto intervalos nos teatro, corta-me a pica, desculpem lá!) a malta acha que já estava para acabar. Mas extra isto, vale a pena.
A melhor interpretação vai para o Virgílio Castelo, que não sendo actor de comédia cria uma personagem da cabeça aos pés. É essencial numa trama em que o José Pedro Gomes está ao seu nível numa personagem bem apanhada, mas, a meu ver, muito "colada" aos estilo habitual do Zé Pedro: intransigente, impaciente, convencido, stressado, obsessivo....bom, mas sem novidades.
O Jorge Mourato surpreende. Está muito seguro ao lado do Zé Pedro que é já um monstro neste género teatral.
A participação de Pedro Laginha está genial, aquele riso é inesquecível.
Rita Lello muito bem no seu stress de assessora de Ministro, e António Machado só aparece para fazer a imitação de voz do primeiro ministro, aliás, irrepreensível.
A decepção da noite vai para Margarida Marinho. Não gostei. Parece sempre que a sua entrada na peça é desnecessária e que tudo se passaria na mesma se apenas se falasse do seu nome sem que aparecesse. A sua interpreteção não é famosa.
O cenário é pobre mas não podia ser de outra forma tendo em conta o contexto onde a peça ocorre.
No geral: Vá ver. Vale a pena. É uma noite diferente, especialmente para quem no último ano e meio só tenha saido duas vezes à noite....
"Deixa-me Rir", é uma peça com um bom texto e boas interpretações, cujo o único pecado é ser, demasiado extensa. Como se trata da 3ª representação, ainda vão a tempo de emendar a mão e cortar uma horita ao espectáculo. É que dura 3 horas!!!!! e sem necessidade, porque o texto vale por si sem ser preciso empatar tanto. Quando chega ao intervalo (eu detesto intervalos nos teatro, corta-me a pica, desculpem lá!) a malta acha que já estava para acabar. Mas extra isto, vale a pena.
A melhor interpretação vai para o Virgílio Castelo, que não sendo actor de comédia cria uma personagem da cabeça aos pés. É essencial numa trama em que o José Pedro Gomes está ao seu nível numa personagem bem apanhada, mas, a meu ver, muito "colada" aos estilo habitual do Zé Pedro: intransigente, impaciente, convencido, stressado, obsessivo....bom, mas sem novidades.
O Jorge Mourato surpreende. Está muito seguro ao lado do Zé Pedro que é já um monstro neste género teatral.
A participação de Pedro Laginha está genial, aquele riso é inesquecível.
Rita Lello muito bem no seu stress de assessora de Ministro, e António Machado só aparece para fazer a imitação de voz do primeiro ministro, aliás, irrepreensível.
A decepção da noite vai para Margarida Marinho. Não gostei. Parece sempre que a sua entrada na peça é desnecessária e que tudo se passaria na mesma se apenas se falasse do seu nome sem que aparecesse. A sua interpreteção não é famosa.
O cenário é pobre mas não podia ser de outra forma tendo em conta o contexto onde a peça ocorre.
No geral: Vá ver. Vale a pena. É uma noite diferente, especialmente para quem no último ano e meio só tenha saido duas vezes à noite....
quinta-feira, janeiro 22, 2004
Há 5 anos...
... que me deito e adormeço ao lado do meu amor. Faz hoje. Dia 22. Sem interrupções, excepto a semana que fui em trabalho a Cannes e as horas (muitas) que ambos repartimos ao lado da caminha da fada.
O meu amor tem defeitos, muitos. Eu aceito-os. Uns dias melhor, outros pior. E ele lida com a minha impaciência com muito savoir faire. Gostamos muito um do outro. Gostamos muito de nós.
O meu amor é o nosso amor. E deu-me a fada, cheirosa e rosadinha.
Hoje vamos celebrar, sempre de mãos dadas.
Amo-te, meu querido.
O meu amor tem defeitos, muitos. Eu aceito-os. Uns dias melhor, outros pior. E ele lida com a minha impaciência com muito savoir faire. Gostamos muito um do outro. Gostamos muito de nós.
O meu amor é o nosso amor. E deu-me a fada, cheirosa e rosadinha.
Hoje vamos celebrar, sempre de mãos dadas.
Amo-te, meu querido.
quarta-feira, janeiro 21, 2004
Ontem levei um murro no estômago
Não estava mesmo nada à espera de chegar a casa e ver um envelope do CEDADE (Registo de dadores de medula óssea), mas quando percebi o que era fiquei radiante e pensei: boa, finalmente marcaram a data para ir fazer a análise sanguínea. Rasgo o envelope, em frenesim, e leio:
" Exmo(a) Senhor(a),
Depois do seu inquérito ter sido avaliado pelo médico, e considerando as suas respostas, este deu como parecer não ser recomendável a sua inscrição como dador(a)"
Fiquei atónita. Porquê? Porquê? pensava enquanto olhava incrédula para a carta.
Depois, mais calma, considerei a hipótese de um episódio isolado que me aconteceu, inexplicavelmente, há 10 anos, e que nunca mais se repetiu, mas que eu, à cautela, referenciei no dito inquérito.
Fiquei triste. Muito triste. Acho que podiam ter ligado. Sei que parece estúpida esta minha pretensão, mas penso que era simpático ter recebido um telefonema a explicar o porquê. Era só personalizar um bocadinho a coisa. Tinha-me caído bem, mas, pensando melhor, estas pessoas tem muito mais com que se preocupar, tem de salvar vidas.
Só gostava de ter podido ajudá-los!
" Exmo(a) Senhor(a),
Depois do seu inquérito ter sido avaliado pelo médico, e considerando as suas respostas, este deu como parecer não ser recomendável a sua inscrição como dador(a)"
Fiquei atónita. Porquê? Porquê? pensava enquanto olhava incrédula para a carta.
Depois, mais calma, considerei a hipótese de um episódio isolado que me aconteceu, inexplicavelmente, há 10 anos, e que nunca mais se repetiu, mas que eu, à cautela, referenciei no dito inquérito.
Fiquei triste. Muito triste. Acho que podiam ter ligado. Sei que parece estúpida esta minha pretensão, mas penso que era simpático ter recebido um telefonema a explicar o porquê. Era só personalizar um bocadinho a coisa. Tinha-me caído bem, mas, pensando melhor, estas pessoas tem muito mais com que se preocupar, tem de salvar vidas.
Só gostava de ter podido ajudá-los!
terça-feira, janeiro 20, 2004
A minha Fada
A minha querida fada dormiu mal esta noite. Até parece que eu ia dar uma novidade, mas não. Aconteceu o que acontece 90% das noites. Tive de a ir aconchegar, endireitar, tapar e mimar. É claro que não é só a minha mão que a acalma. O leite tem um poder relevante, mas não deixa de me espantar a forma como ela, de olhos fechados, me puxa pela mão e me dá a sua. Sei que não dá jeito estar curvada sobre a sua cama, sei que estou morta de sono, cansada e com frio, mas sei que o que sinto quando ela me puxa a mão é tão forte e bonito que não deixo de sorrir sem que me veja.
A minha filha é uma fada.
A minha fada.
E cumpre o meu desejo: Ama-me!
A minha filha é uma fada.
A minha fada.
E cumpre o meu desejo: Ama-me!
sexta-feira, janeiro 16, 2004
Ainda dizem que tem falta de trabalho
Hoje entrei num taxi e consegui chegar ao destino (cerca de 15m) sem que o motorista dissesse uma única palavra. Nem Bom dia, sequer. Seria mudo ou apenas mal educado....?
Ana
Obrigado, minha querida.
quarta-feira, janeiro 14, 2004
a 2:
No geral, gosto do novo canal.
Sobretudo do grafismo. Confesso que adoro o separador do "cubo mágico", faz-me lembrar tanta coisa...
Gosto das séries, principalmente dos " sete palmos". Gosto das "absolutamente fabulosas".
Não gosto dos contentores, mas isso é defeito meu. Gosto mais de directos do que diferidos.
Gosto do Jornal da noite, por ser sintético e bem feito.
Não gosto das repetições, mas sei que não há nada a fazer. Há espaço para encher e vai de repetir.
Gosto do programa do Prof. Hermano Saraiva. Já gostava antes.
Parabéns
Sobretudo do grafismo. Confesso que adoro o separador do "cubo mágico", faz-me lembrar tanta coisa...
Gosto das séries, principalmente dos " sete palmos". Gosto das "absolutamente fabulosas".
Não gosto dos contentores, mas isso é defeito meu. Gosto mais de directos do que diferidos.
Gosto do Jornal da noite, por ser sintético e bem feito.
Não gosto das repetições, mas sei que não há nada a fazer. Há espaço para encher e vai de repetir.
Gosto do programa do Prof. Hermano Saraiva. Já gostava antes.
Parabéns
As minhas ambições para 2004
Tudo o que eu espero deste ano é que:
1. a minha filha fada durma, pelo menos, 5 horas seguidas.
2. a minha outra metade continue a amar-me, ainda que eu responda torto, seja exigente e muito impaciente.
3. a minha querida mãe me continue a "levar ao colo".
4. o meu adorado avô não deixe de me ligar para o escritório dizendo "desculpe, posso falar com a doutora? é o avô".
5. eu saiba manter os meus amigos, mesmo contrariando as suas vontades e eles as minhas.
6. o meu trabalho continue a ser agradável.
7. tenha tempo para ir mais vezes ao teatro.
8. consiga emagrecer mais uns 5 kilinhos.
9. deixe de gostar tanto de coca cola, que só faz mal.
10. enfim, continue a ser feliz.
1. a minha filha fada durma, pelo menos, 5 horas seguidas.
2. a minha outra metade continue a amar-me, ainda que eu responda torto, seja exigente e muito impaciente.
3. a minha querida mãe me continue a "levar ao colo".
4. o meu adorado avô não deixe de me ligar para o escritório dizendo "desculpe, posso falar com a doutora? é o avô".
5. eu saiba manter os meus amigos, mesmo contrariando as suas vontades e eles as minhas.
6. o meu trabalho continue a ser agradável.
7. tenha tempo para ir mais vezes ao teatro.
8. consiga emagrecer mais uns 5 kilinhos.
9. deixe de gostar tanto de coca cola, que só faz mal.
10. enfim, continue a ser feliz.
sexta-feira, dezembro 12, 2003
Volte também!
Esta ausência é propositada. Não se deve ao trabalho, ao cansaço, nem à falta de tempo. É um intervalo, uma paragem de percurso necessária e urgente.
Como se fosse preciso férias. Se calhar é só isso.
Estou de férias.
Voltarei.
Como se fosse preciso férias. Se calhar é só isso.
Estou de férias.
Voltarei.